sábado, 22 de maio de 2010

PROFISSÃO SNIPER, ATIRADOR DE ELITE:PRECISÃO E SANGUE FRIO.

Para este autor,todas matérias que posto aquí são especiais e faço com todo carinho para os fãs e seguidores do site,mas esta que preparei sobre os snipers é especial em comemoração a marca de mais de 50.000 visitas recebidas. Divirtam-se!

Depois do episódio em que o atirador de elite da polícia carioca alvejou com um único tiro na cabeça o bandido que ameaçava a vida da vítima com uma granada;A procura por esta profissão aumentou muito.No caso dos atiradores de elite, é necessário obter 100% de precisão no curso, ou seja, acertar em média 2400 vezes seguidas no alvo, sem um único erro. Sem sombra de dúvidas,é uma fascinante profissão, que exige muito preparo e dedicação.Portanto,é uma profissão indicada apenas para aqueles que gostam do tiro e tem vocação,pois,apesar de algumas trapalhadas de atiradores de elite de algumas polícias estaduais,o atirador de elite não pode errar.Ele treina AS PRINCIPAIS TÉCNICAS DE TIRO e somente pode efetuar o disparo depois de avaliar vários fatores: Posição do alvo,distância,direção e velocidade do vento etc.
Atirador de elite do GATE treinando.

Somente atiradores das instituições policiais treinam tiro de precisão certo?Errado,pois qualquer amante do tiro esportivo pode treinar tiro de precisão,em local apropriado e com instrutor,levando sempre em conta nossa legislação sobre armamento e produtos controlados.
Existem inúmeras posições de tiro com armas longas,dependendo de cada situação
Posição deitado.Nesta posição,o atirador utiliza os braços como bipés,o que torna o tiro bem mais confortável e consequentemente mais preciso!


Atirador treinando em silhuetas a 50 metros de distância com carabina de pressão calibre .22(5,5)

ATIRADORES DA POLÍCIA FEDERAL-COT(comando de operações táticas)-A S.W.A.T. BRASILEIRA.
O Comando de Operações Táticas (COT), a tropa de elite da Polícia Federal, tem na vida real uma rotina que raramente se vê no cinema. Silenciosa, discreta e, antes de entrar em ação, praticamente invisível a criminosos, em seus 23 anos de atuação não sofreu nenhuma baixa, nunca matou um bandido sem confronto a tiros e raramente perde reféns. No país da bala perdida, de sucessivas operações desastradas e das execuções extrajudiciais, o COT se transformou numa “ilha” de eficiência da segurança pública.
E não é que falte adrenalina: o grupo executa, em média, 110 operações especiais por ano em diversas regiões do país – uma a cada 80 horas – e fez a linha de frente de boa parte das 1.006 operações que resultaram, nos últimos sete anos, em mais de 13 mil prisões, sem que fosse necessário disparar um tiro sequer para prender corruptos. As exceções são assaltos a banco com reféns, como uma tentativa ocorrida em Maurilândia (GO), em 2005, numa agência do Banco do Brasil. Na ocasião, o COT eliminou quatro assaltantes depois que estes mataram o próprio informante da quadrilha e ameaçaram a vida de vários reféns. 100 JÁRDAS=91 METROS
Nas chamadas mega-operações contra a corrupção, onde os alvos são pessoas da elite raramente alcançáveis pela lei, os cotianos, como são chamados, normalmente são os primeiros a chegar e, como sempre, de surpresa, para não dar chance de reação e, assim, evitar um confronto sangrento. Mas agem também em ações pontuais e preventivas contra assaltos a instituições financeiras federais, quadrilhas com tentáculos interestaduais ou distúrbios envolvendo indígenas ou invasão a prédios públicos da União.
O preparo dos homens, o planejamento minucioso das ações e o fator surpresa estão na raiz do sucesso operacional. Formado por um seleto grupo de 40 homens, que gastam 70% de seu tempo em treinamento, o COT é o segredo da bem sucedida era que tornou a Polícia Federal a vitrine do combate à corrupção. É uma força móvel de pronto emprego, sediada em Brasília, capaz de se deslocar rapidamente e, em três horas e meia, agir em qualquer ponto do país.
Nesses 23 anos de atuação, não há entre os policiais do COT registro de nenhum caso de corrupção. A moralidade anda junto com o rigor com que são selecionados os futuros integrantes, mesmo que estes já tenham passado por todos os testes pré e pós-concurso público para ingressar na Polícia Federal. Cerca de 50% dos candidatos não passam da primeira fase e os aprovados sabem que, por mais de um ano, terão uma dura rotina de treinamento cujo ambiente varia da caatinga nordestina, ao pantanal e a floresta amazônica. Só depois da prova de fogo, que pode demorar de um a dois anos, é que o policial poderá tatuar em seu braço esquerdo o símbolo do COT, uma águia carregando um fuzil M-16, calibre 5.56.
A permanência na tropa dura, em média, cinco anos. Depois, seus integrantes retornam às origens ou se dispersam pelo país para ministrar cursos a outros grupos da Polícia Federal ou de corporações estaduais. À exceção de Tomazi e Betini, campeões de tiro entre as forças de segurança, os que passaram ou atualmente integram o COT são rostos invisíveis.
No currículo, a proteção de Bush e prisões cinematográficas
Contado por quem participou na linha de frente de dezenas de ações, COT-Charlie.Oscar.Tango (Ícone Editora, 284 páginas) é um relato vibrante e um roteiro sobre o modo de agir de um grupo de operações especiais que amadureceu no treinamento e nos combates contra o crime. É também uma ilustração da surpreendente guinada que a Polícia Federal deu nos últimos anos ao priorizar a repressão aos desvios de conduta de agentes do Estado, à rapinagem de verbas públicas que escoam pelos ralos da corrupção e às quadrilhas de engravatados infiltradas nos poderes da República.
“É emocionante prender pessoas que se acham inatingíveis”, diz um dos trechos do livro no qual os autores descrevem as operações contra corruptos e a sensação de prender os até então intocáveis políticos, magistrados ou funcionários públicos de alto escalão que se associam na corrupção. O fator surpresa é o que mais funciona e, do medo ao relaxamento, provoca as reações mais curiosas: “Isso é hora de prender alguém?”, disse uma autoridade, apanhada em casa às 6h. Fabiano Tomazi e Eduardo Betini fazem uma leitura precisa sobre a falta que fazem os bilhões desviados. “Milhares de pessoas acabam não tendo a chance de aproveitar os benefícios de uma boa educação ou morrem por falta de atendimento médico em alguma região do país”, completam.
O livro conta a história do COT pela experiência de dois de seus principais integrantes, identificados também pelos números 08 e 14. Detalha o espartano rigor dos treinamentos dos candidatos ao grupo que, sem hora marcada e fora da rotina de um cidadão “normal”, devem estar à disposição e sempre que se deslocam nunca sabem para onde vão ser levados e nem quanto tempo irá demorar.
“Treinamos como se estivéssemos combatendo e combatemos como se estivéssemos treinando” dizem os autores, para explicar a obsessão dos instrutores em levá-los ao limite do esgotamento físico e mental para blindá-los contra o estresse, as adversidades e os riscos que uma operação especial impõe quando estiverem atuando no COT. A determinação é repetir esforço físico e a pontaria “à exaustão, para chegar à perfeição”, o que explica a garantia de um tiro certeiro num alvo em que a distância pode variar de 25 a 600 metros e a média, acima de 200 metros. “Treinamento duro, missão fácil”, afinal, é um dos lemas dos cotianos.


Nos treinamentos,os snipers vão aprendendo que devem atirar sempre na cabeça, tentando atingir o sistema nervoso central (o bulbo e o cerebelo) para “desligar” o cérebro. Nesse tipo de ação a munição tem a ponta mais fina, não causando uma contração muscular na vitima, o que evita que o criminoso, num espasmo, dispare contra alguém.
Para ações desse tipo, eles utilizam armas com mira eletrônica que aproxima até 12 vezes a visão do alvo, o que não torna nada fácil o tiro. Quando o alvo encontra-se numa distância de 50 metros, a mira usada é a laser.
No caso do Sniper, policial de elite de ação tática (como o policial que errou o tiro), além do tiro preciso, o treinamento inclui também invadir e dominar os criminosos.
O colete de um sniper pesa até 25 quilos com todos os equipamentos: máscara contra gás, granadas, munição e lanterna. O seu escudo individual é leve (comparado ao colete), com cerca de 8 quilos, para que o policial possa correr, saltar e até rolar no chão. Como arma principal, costuma-se usar uma submetralhadora, já que é uma das armas mais utilizadas em ações contra sequestro e narcotráfico.
E ainda são obrigados a ser ágeis em todo o serviço. Por isso, nos treinamentos, precisam alcançar marcas como:
• Correr 100 metros em 15 segundos; 3000 metros em 12 segundos minutos; 100 metros, com carga de 80 quilos, em 45 segundos.
• Fazer 60 flexões de braço em 1 minuto; e 60 abdominais também em 1 minuto.
• Pular um muro de 2,8 metros.
• Subir por uma corda de 7 metros.
Além de ter 100% de precisão em tiros nas seguintes distâncias:
• 100 e 250 metros, para fuzis.
• 75 metros, para arma de calibre 12.
• 200 e 600 metros, para armas longas.
Atirador de elite do BOPE em ação durante uma incursão num dos morros cariocas. Neste tipo de operação,a figura do sniper é fundamental,tanto que vários traficantes perigosos já foram mortos pelos atiradores de elite da polícia carioca.
*FONTE: JBONLINE.TERRA, SITES DIVERSOS E TEXTOS DO AUTOR WSNIPER,QUE É ATIRADOR E TÉCNICO EM ARMAS DE ´PRESSÃO
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*Dentre alguns outros títulos, o autor é primeiro colocado geral na matéria TIRO (armas de fogo diversas),em curso de formação na ACADEPOL/PA (Academia de Polícia Civil/89); Campeão do torneio de tiro de carabina de ar com luneta do CTEGP/2010 e medalhista na terceira etapa nacional de tiro virtual/2012, na categoria ATIRADOR CLASSE A, carabina de ar mira aberta, silhueta metálica a 25 metros
PEDIDOS EXCLUSIVAMENTE ATRAVÉS DO E-MAIL wsniper@hotmail.com.br

12 comentários:

  1. Parabéns pela Excelente matéria.Voces podem enviar essa luneta para Terezina no Piaui?
    Felipe

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  2. Felipe
    Mandamos o red dot para qualquer parte do Brasil e ainda com frete grátis.Caso lhe interesse,faça seu pedido pelo e-mail wallacepoint@hotmail.com
    Abraço e obrigado pela visita.

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  3. como faço para ser atrador de elite da rota quantos anos tenho que ter ? pr favor me responde gabriel_sougordo+soufeliz@hotmail.com.br

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  4. Ninguém entra na polícia como atirador de elite. O caminho é primeiro entrar na corporação através de concurso publico e durante o curso de formação se destacar como atirador,treinar,treinar e treinar e só aí então é que voce poderá ser admitido no grupo de atiradores de elite.

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  5. Atiradores de elite uma profissão de alto risco que envolve treinamento firme, e compreenção em saber que se deve defender a sociedade em qualquer ocasião.
    Por isso eu quero treinar bastante para faser parte desse grupo de herois futuramente para proteger a sociedade e prender esses corruptos.

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  6. Quero saber se nessa profissao há preconceitos .

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  7. Não Josielly! O que há é até um certo fascínio pela figura do atirador de elite. Infelizmente, o atual governo não incentiva ou autoriza o emprego do atirador em certas ocasiões. O resultado é que a vida dos bandido é polpada e o cidadão de bem fica entregue a própria sorte, vítima da violência desenfreada que domina as ruas do Brasil! É também por isso que o povo tomou as ruas em manifestações!

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  8. como entra na profissão de atirador de elite

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  9. como se entra na profissão de atirador de elite???
    julio maike
    juliomaike10@hotmail.com

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    1. Primeiro vc tem que ingressar em uma instituição policial(Militar, Civil ou Federal) através de concurso público. Já dentro da instituição, vc terá que fazer uma especialização em tiro de precisão, para só aí fazer parte do seleto grupo de atiradores de elite!

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  10. Alunos da AMAN podem se tornar atiradores de elite?
    jefersonsniperofbr@gmail.com

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  11. Procurei e não vi registros de mulheres snipers aqui no Brasil. É porque são poucas ou geralmente não são colocadas em tal função?

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